Remoção de cárie sem brocas Voltar

Remoção de cárie sem brocas

Embora o diamante seja um símbolo de riqueza e poder há cerca de 5000 anos, sua utilidade como material de valor industrial em larga escala só se concretizou na década de 50 com o uso do diamante artificial e natural de baixa qualidade, em pó, em vários segmentos da indústria. Entretanto o advento do CVD (Chemical Vapor Depositation), trouxe a tona uma grande expectativa deste material nas mais variadas aplicações. O diamante CVD conta com um conjunto único de propriedades que o eleva como o mais importante e mais abrangente material já criado pelo homem.

As brocas odontológicas também usam diamante em sua superfície, porém para que sejam capazes de perfurar um dente, precisam girar (de 300 a 400mil RPM) no temido "motorzinho" do Dentista que é uma poderosa turbina que faz aquele barulho  agudo tradicional dos consultórios odontológicos. O sistema CVD não precisa girar, ele é uma barra de diamante em diversas formas que é potencializado pelo uso da vibração ultrassônica.

As brocas vão se desgantando e perdendo o poder de corte, o que faz com que aqueçam mais do que o normal, apesar da refrigeração abundante. A ponta de diamante de CVD é caracterizado por uma superfície única de diamante, garantindo maior durabilidade, melhor compatibilidade biológica em contato com o tecido humano, melhor acabamento e, principalmente, o seu uso em aparelhos de ultra-som permite atingir  regiões de difícil acesso geralmente com menor dor e menos anestesia.

FIM DA BROCA?

Infelizmente não é o fim da broca e do temido "motorzinho" pois em muitos casos as brocas são usadas para fazer verdadeiras esculturas sobre a superfície dos dente que receberão facetas ou coroas de porcelana e nem o laser tampouco o CVD são capazes de fazer este trabalho.